Nome: Lilith
Idade: 15
Aniversário: 16/01
Moro: São Paulo
Gosto: Cantar, Dançar, Cinema, Internet e TV
Não Gosto: Acordar Cedo e Gritaria

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Um Objeto: Dado
Uma Direção: Sul
Uma Palavra: Sabedoria
Um Pecado: Preguiça
Uma Comida: Macarrão
Um Bicho: Golfinho
Uma Flor: Roxo
Uma Planeta: Plutão
Um Mês: Julho
Um Dia da Semana: Domingo
Uma Hora do Dia: 23:00
Um Clima: Outono
Um Líquido: Água
Um Sabor: Doce
Uma Música: Adiemus
Um Elemento: Ar
Uma Parte do Corpo: Cabelo
Um Sentimento: Ternura
Um Lugar: Bosques
Um Móvel: Uma Prateleira
Um Instrumento: Harpa
Uma Cor: Roxo
Uma Pedra: Ametista
Uma Forma: Pentáculo
Um Cheiro: Miriad
Uma Expressão Facial: Lágrima
Uma Ser: Fada

Textos sobre bruxaria, wicca, magie
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Jardim de Awards


• [Segunda-feira, Agosto 13, 2007] •

As fadas do ar possuem uma energia sutil e fluídica. Em termos místicos, estes seres alados são tão rápidos quanto o pensamento e trazem mensagem dos Deuses. De acordo com a Alquimia, as fadas apresentam a mesma forma volátil do mercúrio, ou uma forma terrena de energia lunar: nem sólida, nem totalmente fluídica. O mercúrio é considerado a representação terrena do verdadeiro estado mágico feérico.
As fadas do ar são as mensageiras da alma, representando a liberdade espiritual. São ainda, criaturas de aspirações e transcendência, voando entre o céu e a terra, entre o corpo e o espírito liberto. Todas as tormentas e ventos estão associados com os Seres do Ar, desde a mais suave brisa, generalizada como um suspiro de na Ilha de Man (Irlanda), até os grandes e destrutivos poderes das Monções Árabes, causadas pelo furioso Jinn. Em diferentes relatos folclóricos, desde os desertos árabes até a América do Norte e as Ilhas Britânicas, há referências que os tornados seriam produto de uma horda de espíritos feéricos enfurecidos.
Na Lituânia, uma fada chamada Vejopatis é a mestra fazedora dos gelados ventos carregados de água e neve. Na Finlândia, o antigo Ukko é o responsável pelos fenômenos climáticos, comandando os ventos e a chuva, as nevoas, as tempestades, os raios e os relâmpagos, tudo com um só movimento de suas gélidas mãos. Aqui na América, os espíritos dos ventos e os pontos cardeais são invocados em inúmeras práticas xamânicas. Ga-Ho, um benevolente manipulador de ventos, propicia e tranqüiliza as correntes de ar para facilitar a vida dos homens das Montanhas. Vive no Norte e dali dirige os quatro ventos primordiais, o clima e as estações.
Na mitologia grega encontramos a hárpia, como a primeiras criatura alada descrita como desapiedada, cruel e violenta. Seu aspecto é horrendo e raptava pessoas e as torturavas a caminho do Tártaro. As vezes era representada sobre as tumbas, apoderando-se do espírito do morto. As hárpias personificavam os ventos violentos e as tempestades capazes de arrastar os homens para as mansões subterrâneas.
Tipos De Fadas Do Ar
Fylgiar
A Fylgiar é uma pequena fada do ar que acompanha alguns homens durante toda a sua vida.
Estas fadas aéreas, só podem ser vistas pela pessoa a qual protegem. São pertencentes a ampla mitologia nórdica e ensinam o caminho de Valhalla, o Salão dos Mortos escolhidos, onde permanecem junto de seu protegido, até que esse se sinta confortável com sua nova condição.
Tais fadas são oriundas da Islândia, uma ilha situada no atlântico norte, entre a Noruega e a Groelândia, onde segundo dizem, cada vez que uma criança islandesa nasce e escuta-se um grasnido, ela será especial e terá durante toda a sua vida a companhia de uma fada, uma presença conhecida pelo nome de Fylgiar.

Sílfides
Com o nome "sílfide" se designa de modo genérico as fadas do ar. A existência dessas fadas data do princípio dos tempos. Na mitologia grega já as conhecia e temiam, e as consideravam Senhoras do Ar e dos Ventos.
A palavra "sílfide", como conhecemos atualmente, vem do latim "sylfiorum", silfo, gênio, espírito elemental do ar, e por derivação de "silfo" se criou a forma "sílfide", ninfa do ar. Como todos os elementos da natureza, a relação entre seu estado de ânimo e como se manifestam é muito direta. Enquanto são uns seres doces e delicados, irritados são as responsáveis pelos ventos fortes, vendavais e furacões.
As sílfides são espíritos muito belos, de pele branca e muito fina; altas e esbeltas se deslocam rapidamente sobre o ar. Apresentam um cabelo longo e solto, de cor escura, que deixam que o vento mova. Vestem-se com uma gase azul ou branca, para confundir-se com o vento.
São elas que controlam o vento e dele dependem muitos fenômenos naturais: como o deslocamento das nuvens que provocam as chuvas e as tormentas; intervêm no movimento das águas, em maremotos; na primavera são fundamentais para a polinização, transportando pelo ar o pólen das flores e ainda com todos os fenômenos relacionados com o ar como a brisa, ciclones, etc.
As sílfides são responsáveis pela purificação do ar e por manterem a pressão atmosférica. Esse trabalho é percebido nas mudanças alquímicas do tempo e ciclos de fotossíntese e precipitação. Esses seres são mestres, que expandem e contraem seus corpos de ar de níveis microcósmicos à macrocósmicos.
As sílfides nos ajudam a conservar e desenvolver corpo e mente e estimulam a inspiração e a criatividade. Trabalham ainda, para elevar nossos pensamentos e inteligência, equilibrando o uso conjunto das faculdades racionais e intuitivas. Elas proporcionam rapidez mental, agilidade de idéias e tornam possível a telepatia.
As sílfides podem ser invocadas para que nos conceda um desejo relacionado com o vento ou com o pensamento, como para agilizar negócios que envolvam papéis e trazer uma pessoa que nos interesse.
Em muitos momentos de nossa vida as sílfides intervêm, como quando nos surpreendemos com uma idéia para a solução de um problema ou quando nos vêm à mente uma palavra que há muitos dias buscávamos.
O Silfo Ariel
Ariel é um silfo, um elemental aéreo que foi mencionado por Shakespeare em "La Tempestad", contando que sua canção era capaz de desencadear os ventos, encantar os homens ou enlouquecê-los. Ariel, portanto, é um elemental que controla os poderes do ar. Seus ventos giram em torno da Terra. O ar inalado é o alento que sustenta a vida; o ar exalado carrega palavras, poesias e as canções que comunicam idéias e saber aos humanos. Porém as palavras ferem tanto como falam, condenam do mesmo modo que exaltam. Por essa razão, o símbolo mágico do ar é uma espada de duplo fio.
Conectando-se Com Um Silfo
Os silfos governam o elemento ar. Na magia, o ar se corresponde com a reflexão, as idéias e a comunicação. Se necessitas atuar nesses campos de tua vida, pode solicitar a ajuda desses elementais.
Misture uma colher de lavanda seca (alfazema), duas colheres de resina de benzoína, duas de resina de acácia, outras duas de sândalo e umas gotas de azeite de erva cidreira.
Queime uma mão cheia ou duas dessa mistura sobre um pouco de carvão vegetal (encontra-se a venda em lojas de artigos eclesiásticos ou de ocultismo). Magicamente, a ascensão dessa fumaça represente o elemento ar. Assim que sentires que conseguiu atrair a atenção dos silfos fale:
"Senhores do Ar, imploro vossa ajuda para execução de minha tarefa".
Feche os olhos e relaxe, para realizar uma viagem de encontro aos silfos. Visualize o sol aquecendo um parado primaveril e uma cálida brisa agita as flores. Através das nuvens, empurradas pelo vento, aparecerá diante de ti um elemental do ar. Note com detalhes sua aparência e diga teu nome. Em seguida peça ajuda para tudo que diga respeito a aprendizagem intelectual, à concentração, à melhoria de tua imaginação, memória e claridade de juízo. Quando estiver disposto(a) a regressar, manifesta tua gratidão ao elemental e retorne a consciência de vigília.
By Rosane Volpato
Por
• Fada Lilith • às [8:04 PM]
Deixe Seu Rastro:
• [Sábado, Agosto 11, 2007] •

No meio da tarde
De uma floresta encantada
Entre margaridas singelas
E fadas rosadas
Se encontra uma pequena
Princesa alada.

Ela é tão pequena que toma chá na ponta do pé
A mesinha do bule um cogumelo é.
Suas flores, suas amigas
No seu coração um amor de doer...
Cansada de partidas
Bebe o chá para esquecer.

Leve e delicada...
Uma fada apaixonada.
Rega as flores todo dia
Para afastar a melancolia...
Espera um amor de verdade
Que voe com ela
E mate a saudade.

E numa tarde ensolarada
Do meio do nada
Surge um moreno de barba cerrada.
Lhe fita nos olhos
Lhe rouba um beijo
E não diz mais nada.

Assim no crepúsculo do fim dessa tarde
De mãos dadas pelo ar
Eles somem nas nuvens
E se deixam amar.
Carolina Salcides
Por • Fada Lilith • às [11:48 PM]
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